quarta-feira, 26 de outubro de 2011

POBLADO CANUDOS BAHIA

El texto de abajo fue tomada en: http://www.itaucultural.org.br/arqueologia/. La arqueología ha proporcionado un gran servicio público, porque nos hace entender mejor los acontecimientos del pasado. Con estos resultados podemos ver la fragilidad de ese grupo de Antonio Consejero, pero que molestó a la poderosa nación que destruyó violentamente ese grupo religioso. (Escriba Valdemir Mota Menezes)


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Una de las más sangrientas guerras civil de la historia brasileña vuelve a ser visitada por la Arqueologia.


A finales del siglo XIX,hubo una guerra,en el interior semiárido de Bahia, entre el ejército brasileño y los habitantes del poblado de Canudos;la cual dejó decenas de miles de muertos.

Esta trágica página de la historia brasileña tubo tanta repercución por que llegó a conocimiento del público a través de la obra "O Sertões",que fue escrita en 1902,por Euclides da Cunha, quién presenció de cerca los últimos dias del conflicto.




Desde entonces,otras obras literarias surgieron,además de muchísimos estudios y pesquisas científicas que fueron desenvueltas sobre el tema, intentando comprender todo el contexto histórico dónde la guerra ocurrió, asi como,explicar los motivos que llevaron a la represión armada en la aldea construida por el pelegrino Antonio Conselheiro en la localidad de Canudos,
a partir de 1893.
Después del final de la guerra (1897),el poblado sito en las orillas de rio Vaza-Barris fue recuperado.Años más tarde,en la década de 70,los habitantes tubieron que ser retirados de la ciudad que fué inundada por la construcción de un gran lago artificial en la región.Así,Canudos estuvo sepultada bajo las aguas hasta el año de 1996,cuando,en la época del centenario del conflicto,aparecieron las primeras ruinas sobre el espejo de agua.



La seca cíclica acabó exponiendo por completo el local donde estaba la aldea consejerista,abriendo una oportunidad extraordinaria para investigación arqueológica,que ocurrió en octubre del año pasado.

Después que acabó la primer etapa de campo,fuertes lluvias inundaron nuevamente el área.
Mas,a los alrededores del lago,los arqueólogos documentaron una série de vestigios y estructuras relacionadas con la ocupación del local y el conflicto
armado,como trincheras,y barricadas militares,restos de antiguas habitaciones,áreas de campamento y sepulturas,trayendo nuevas
informaciones para la historia.
De ese modo,la arqueologia dá su contribuición para preservar la memoria canudense,no solamente para estudiar algunos aspectos del conflicto armado,ayudando a entender la visión consejerista de la lucha,como también actuando en el rescate de elementos del dia a dia vivenciados por la comunidad,fundada por Antonio Conselheiro en el semiárido bahiano.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

JARDIM DO ÉDEM EGOBEKLI TEPE







O escriba Valdemir Mota de Menezes leu esta matéria e concorda que exista fortes indícios que neste local tenha existido o Jardim do Éden, sõ não confio no sistema de datação. Não tenho a menor dúvida que Deus criou o homem plenamente perfeito. Não houve processo de evolução, nem mesmo evolução dirigida, como sustentam alguns teólogos incrédulos.

http://www.idagospel.com/2010/11/
descoberto-o-local-exato-do-jardim-do.html


DESCOBERTO O LOCAL EXATO DO JARDIM DO ÉDEM


No livro de Gênesis (2.4-15), encontramos a referência exata onde está localizado o Jardim do Éden. , considerado a marca inicial da história da civilização, onde a humanidade se originou com a criação do homem adâmico. Em nenhum outro livro registra-se sobre este fato a não ser a Bíblia. Ali, Adão foi criado e viveu neste jardim preparado para sua habitação junto a Eva, sua mulher.
Para muitos continua sendo uma ficção, agora segundo arqueólogos pode ser provada, confira no post abaixa.
Um pastor curdo, andando sozinho no deserto em 1994 fez o que pode ser a maior descoberta arqueológica de todos os tempos. Uma descoberta que pode revolucionar a história das religiões e desvendar a verdade sobre as histórias bíblicas do Jardim do Éden.







Andando com seu rebanho em uma tarde de verão ele encontrou duas pedras com um formato estranho. Voltando a aldeia resolveu contar sobre seu achado. Afinal as pedras poderiam ser algo importante.
Poucas semanas depois a notícia da descoberta do pastor de ovelhas chegou ao conhecimento dos curadores do museu da cidade de Sanliurfa que entrou em contato com o German Archaeological Institute em Istanbul e, no final de 1994 o arqueólogo alemão Klaus Schmidt chegou ao sítio de Gobekli Tepe. O que o Sr. Schimdt encontrou pode mudar a história da humanidade.

Em um momento de rara concordância, arqueólogos de todo o mundo concordam com a importância do sitio de Gobekli Tepe. E deixa a grande maioria deles estupefatos e excitados. Uma descoberta digna dos filmes de Indiana Jones, só que na vida real, documentada e registrada.

O que o pastor de ovelhas encontrou foi a parte superior de dois monólitos em forma de T as primeiras de um sítio muito maior composto de monumentos, paredes e colunas de pedras, cobertas de entalhes de animais: Javalis, patos, serpentes, leões.
Os entalhes apresentam algumas figuras que parecem humanas, com os braços estilizados e, funcionalmente, todo o conjunto parece ser um templo ou um lugar para rituais.
Para datação, foram escavadas 45 destas “pedras” que estão organizadas em círculos, mas medições geomagnéticas indicam que existem algumas centenas de outras pedras esperando para ser escavadas.

Até agora é isso. Gobekli Tepe poderia entrar para a história como sendo o Stonehenge turco não fossem alguns fatores que tornam esse sitio único, chegando ao limite do fantástico e extraordinário.

O primeiro detalhe surgiu da datação por carbono. As pedras têm entre 12000 e 13000 anos. Ou seja, foram construídas 10.000 anos antes de Cristo. Para comparação, as pedras de Stonehenge foram levantadas 3000 anos antes de Cristo e as pirâmides de Gizé são datadas de 2500 anos antes de Cristo. Colocando o sitio de Gobekli Tepe como o mais antigo achado arqueológico da história, batendo os concorrentes com vantagem astronômica.

295bq5lAs pedras são anteriores a idade do bronze, a escrita, a cerâmica. São anteriores a tudo que conhecemos e como diabos os homens das cavernas fizeram tal obra?





O Sr. Schimdt especula que, durante décadas, grupos de caçadores ocuparam o lugar durante a construção, vivendo em tendas e caçando e comendo. Pontas de flechas encontradas no local suportam essa versão e confirmam a datação dos monumentos.
Por si só, a revelação que caçadores pré-tudo, tiveram a capacidade de construir um monumento como o encontrado em Gobekli Tepe, muda toda a concepção histórica que temos da evolução humana. Dotando os homens deste período de uma sofisticação inimaginável até agora. Quase como se os Deuses tivessem descido dos céus para construir Gobekli Tepe por conta própria.


É aqui que entra a conexão bíblica.
O Sr. Schimdt acredita que Gobekli Tepe seja um templo do que conhecemos hoje como o Jardim do Éden. Para entender como um cientista chega a uma conclusão destas precisamos entender que, para muitos de nós, o Jardim do Éden não passa de uma lenda ou uma metáfora da pureza da humanidade no começo dos tempos.





Para os estudiosos a história contém uma função didática e pode ter sido uma forma de registrar os traumas sofridos quando fomos forçados a deixar a caçada pela agricultura. Como está descrito na bíblia, logo no primeiro livro, de forma poética.
Sabemos que a mudança foi traumática por que fósseis da época mostram que os efeitos dessa mudança. As pessoas cresciam menos e menos saudáveis enquanto seus corpos se adaptavam a nova dieta e aos rigores da agricultura primitiva. Certamente essa mudança não foi realizada por vontade própria. Alguns historiadores acreditam na extinção de animais ou em fatores climáticos capazes de forçar essa mudança.
O Sr. Schimdt acredita em outra possibilidade.

“Para criar este templo, os caçadores devem ter se reunido aqui em grande número. E, uma vez que a obra estava concluída, devem ter se congregado em adoração. Neste momento eles devem ter percebido que seria impossível alimentar tanta gente com caçadas e coleta… então eu acredito que a religião tenha motivado a agricultura.”

Para suportar essa versão está a certeza histórica de que, a mudança para a agricultura ocorreu nesta mesma região. O que não sabemos ainda é o que motivou essa mudança. Os primeiros porcos e ovelhas domesticados são de uma região a cem quilômetros de Gobkli Tepe. O trigo que comemos hoje descende do trigo plantado nas colinas de Gobekli Tepe a milhares de anos e cereais como o arros e a aveia também podem ter sua origem traçada até essa região do mundo.








Isso não é tudo. Além de mudarem para uma forma mais trabalhosa de vida esses primeiros fazendeiros tiveram que enfrentar um desastre ecológico. O estudo do solo da região deserta que temos hoje indica que há 10.000 anos essa região foi um verdadeiro “paraíso” na Terra. Uma região cortada por rios, planícies, montanhas e vales verdejantes. A agricultura destruiu tudo isso, talvez no primeiro desastre ecológico da história.

Há medida que campos eram plantados e árvores derrubadas o micro clima da região mudou, a terra foi exposta a erosão e a terra da fartura tornou-se a terra do suor e trabalho árduo.
Por certo, alguns vão dizer que essas teorias não passam de pura especulação, por mais evidência histórica que as comprovem.







A Bíblia nos diz que o Éden estava entre 4 rios incluindo o Tigre e o Eufrates. GobeKli Tepe está entre o Tigre e o Eufrates. Um texto assírio antigo coloca Beth Eden (a casa do Éden) a 100 km de onde está Gobekli Tepe. Um outro livro do antigo testamento diz que as crianças do Eden estavam em Thelasar, uma cidade síria próxima a Gobekli Tepe. A própria palavra Eden tem origem na palavra suméria para planície e Gobekli Tepe se encontra na planície de Harran.

Quando colocamos tudo isso junto com as recentes descobertas históricas e o suporte de descobertas anteriores ficamos claramente tentados a colocar o Eden em Gobekli Tepe. Se assim for, parece que a coisa acabou mal. Foram encontrados esqueletos (Crânios) adultos no que pode ter sido os primeiro rituais de sacrifício humano da história.

Há, mais ou menos, 8000 anos os habitantes da região enterram todas as construções de Gobekli Tepe em toneladas de areia, criando as colinas artificiais onde o pastor de ovelhas costuma levar seu rebanho para pastar.

Adaptado de nakelelugar.com e http://pt.shvoong.com








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Fonte:

http://www.textosagrado.com.br/gobeklitepe.html


GOBEKLI TEPE SERÁ O JARDIM DO ÉDEN?

Gobekli Tepe (Monte com Barriga ou Monte com Umbigo em turco) é o topo de uma colina onde foi encontrado um santuário, no ponto mais alto de um encadeamento montanhoso que forma a porção mais a sudeste dos montes Tauro, a aproximadamente 15km a nordeste de Sanliurfa (Urfa) no sudeste da Turquia. O tel tem 15 metros de altura por 300 de diâmetro.

gobekli tepe

Acima a localização de Gobekli Tepe.

Para o velho pastor curdo, era apenas mais um dia escaldante na planície do leste da Turquia. Após conduzir o seu rebanho ao longo das encostas áridas. Os sinos de suas ovelhas tilintou na quietude. Então ele viu alguma coisa. Agachado, ele limpou o pó do chão, e expôs uma estranha pedra grande.

O homem olhou para a esquerda e direita: havia retângulos de pedras semelhantes, saindo das areias. Com essa descoberta o pastor resolveu informar a alguém de seus achados ao voltar para a aldeia. Talvez as pedras fossem importantes.

Elas certamente eram importantes. O homem solitário curdo, em um dia do verão de 1994, tinha feito a maior descoberta arqueológica dos últimos 50 anos. Outros diriam que ele tinha feito a maior descoberta arqueológica de sempre: um sítio que tem revolucionado a maneira como olhamos para a história da humanidade, a origem da religião - e talvez até mesmo a verdade por trás do Jardim do Éden.

gobekli tepe

gobekli tepe

O sítio tem sido descrito como "extraordinário" e "o mais importante" sítio do mundo.

Poucas semanas depois de sua descoberta, a notícia do pastor chegou aos curadores de museus alcançando a antiga cidade de Sanliurfa, dez milhas a sudoeste das pedras.

Eles entraram em contato com o Instituto Arqueológico Alemão em Istambul. E assim, no final de 1994, o arqueólogo Klaus Schmidt chegou ao sítio de Gobekli Tepe para iniciar suas escavações.

Como ele diz: "Logo que eu cheguei lá e vi as pedras, eu sabia que se eu não fosse embora logo que eu estaria aqui para o resto da minha vida."

Schmidt permaneceu. E o que ele "descobriu" é surpreendente. Os arqueólogos do mundo inteiro estão de acordo em relação a importância do local. "Gobekli Tepe muda tudo", diz Ian Hodder, na Universidade de Stanford.

David Lewis-Williams, professor de arqueologia na Universidade de Witwaterstand, em Joanesburgo, afirma: "Gobekli Tepe é o mais importante sítio arqueológico do mundo."

Alguns vão mais longe e dizem que o local e as suas implicações são incríveis. Como o professor da Universidade de Reading Steve Mithen diz: "Gobekli Tepe é muito extraordinário para a minha mente entender."

Então o que é que tem fortalecido e surpreendeu o mundo sóbrio da academia?

O sítio de Gobekli Tepe é bastante simples de descrever. As longas pedras, desenterradas pelo pastor, tem seu topo em forma de T megálitos. Imagine as versões inglesas de Stonehenge ou Avebury esculpidas.

A mairoria destes menires são inscritos com imagens "estranhas e delicadas" - principalmente de porcos e patos, serpentes sinuosas são outras figuras comuns. Alguns dos megálitos mostram lagostas ou leões.

As pedras parecem representar formas humanas - alguns têm estilizada "braços", que estaelece os lados do ângulo. Funcionalmente, o sítio parece ser um templo ou local ritual, como os círculos de pedra da Europa Ocidental.

gobekli tepe

Megálito com imagem em alto relevo.

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Megálito com imagem em alto relevo.

Até o momento 45 pedras já foram desenterradas, elas estão dispostas em círculos de cinco a dez metros de diâmetro, mas há indícios de que muito mais está por vir, pesquisas geomagnéticas indicam que existem ainda centenas de pedras esperando para serem escavadas.

Tão longe, tão notável. Se Gobekli Tepe fosse simplesmente isso, já seria um local deslumbrante - um Stonehenge turco. Mas vários fatores cruciais elevam Gobekli Tepe da estratosfera arqueológica a um reino fantástico.

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O Jardim do Éden ganha vida: É Gobekli Tepe onde a história começou?

O primeiro é a sua idade incrível. A datação por carbono mostra que o complexo é de pelo menos 12000 anos, talvez até 13000 anos de idade.

Isso significa que ele foi construído por volta de 10.000 a.C. Em comparação, Stonehenge foi construído em 3000 a.C. e as pirâmides de Gizé em 2500 a.C.

Gobekli é assim o mais antigo sítio do gênero no mundo, por uma margem de entorpecimento da mente. É tão antigo que antecede ao que sabemos da história humana. Trata-se de cerâmica pré-escrita, tudo pré-estabelecido. Gobekli vem de uma parte da história humana, que é inimaginavelmente distante, de volta em nosso passado de caçadores.

Como os "homens das cavernas" construíram algo tão ambicioso? Schmidt especula que os grupos de caçadores se reuniam esporadicamente no local, ao longo de décadas de construção, eles viviam em tendas de pele de animais, local de busca pelo alimento.

As pontas de flechas de sílex encontradas em torno de Gobekli apóia esta tese, mas também apóia a paixão do sítio.

Essa revelação, que como caçadores-coletores poderiam ter construído algo como Gobekli, é mundialmente mudada, pois mostra que a vida de caçadores de idade, na região da Turquia, foi muito mais avançadas do que nós jamais concebemos - quase inacreditavelmente sofisticados.

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O pastor que descobriu Gobekli Tepe tem "tudo diferente", disse um acadêmico

É como se os deuses tivessem descido do céu e construído Gobekli para si próprios.

Isto é onde nós vemos a conexão bíblica, e meu envolvimento na história de Gobekli Tepe.

Cerca de três anos atrás, intrigado com os poucos primeiros detalhes do sítio, eu voei para fora de Gobekli. Foi muito desgastante, uma viagem longa, mas valeu a pena, pelo menos não como ela viria a fornecer o pano de fundo para um novo romance que eu escrevi.

Naquela época, no dia em que cheguei na escavação, os arqueólogos estavam descobrindo obras fascinantes. Como estas esculturas foram reveladas, percebi que estava entre as primeiras pessoas a vê-las desde o final da Era do Gelo.

E foi aí que surgiu uma revelação fantástica. Entre os copos de chá preto, servidos em barracas ao lado de megálitos, Klaus Schmidt disse-me: "Gobekli Tepe não é o Jardim do Éden: é um templo do Éden."

Para entender como um acadêmico respeitado como Schimidt pode fazer tal afirmação estonteante, você precisa saber que muitos estudiosos vêem a história do Éden como memória popular, ou alegoria.

Visto dessa forma, a história do Éden, em Gênesis, nos fala de um passado da humanidade de caçadores e agricultores desocupados, quando poderiam colher os frutos das árvores, pescar os peixes dos rios e passar o resto do dia em prazer.

Mas, então, "caiu" para a vida dura da lavoura, com o seu incessante trabalho e rotina diária. E nós sabemos que a agricultura primitiva era áspera, em comparação com a indolência relativa da caça, pela evidência arqueológica.

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Até o momento, os arqueólogos escavaram 45 pedras das ruínas em Gobekli.

Quando as pessoas fazem a transição de caçador de coleta para a agricultura estabelecida, por esqueletos com sua mudança - que temporariamente se tornam menores e menos saudáveis como o corpo humano se adapta a uma dieta pobre em proteína e um estilo de vida mais cansativo. Da mesma forma, os animais domésticos recém obtiveram "desnutrição".

Isto implica outra questão, por que adotar totalmente a agricultura? Muitas teorias tem sido sugeridas - da competição tribal, às pressões da população, para a extinção de espécies animais selvagens. Mas Schmidt acredita que o templo de Gobekli revela uma outra possível causa.

"Para construir um lugar como este, os caçadores deveriam se unir em grande quantidade. Depois que eles terminavam de construir, provavelmente se reuniam para o culto. Então eles achariam que não podiam alimentar tantas pessoas com a caça e a coleta regular.

Então eu acho que eles começaram a cultivar as ervas selvagens nas montanhas. A religião motivou as pessoas a enveredar pela agricultura."

A razão pela qual tais teorias têm um peso especial é que o movimento para a agricultura aconteceu pela primeira vez nesta mesma região. Estas planícies da Anatólia foram o berço da agricultura.

A primeira domesticação foi de suínos em Cayonu, a apenas 90 quilômetros de distância. Ovinos, bovinos e caprinos também foram domesticados pela primeira vez no leste da Turquia, as espécies de trigo no mundo descendem do trigo einkorn - cultivado pela primeira vez nas colinas perto de Gobekli. Outros cereais domésticos - tais como centeio e aveia - também começaram aqui.

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As pedras desenterradas pelo pastor acabou por ser o topo dos megálitos em forma de T

Mas havia um problema para esses primeiros fazendeiros, e não era justo que tivessem adotado uma postura mais dura,1 em última análise, mais produtiva, estilo de vida. Eles também conheceram uma crise ecológica. Hoje em dia a paisagem árida e estéril das pedras circundantes de Gobekli assustam, mas não foi sempre assim. Como as inscrições e imagens nas pedras - e, como vestígios arqueológicos revelam - esta era uma rica região pastoril.

Havia rebanhos, rios de peixes, e bandos de aves selvagens; verdejantes campinas eram cercadas por bosques e pomares. Cerca de 10000 anos atrás, o deserto curdo era um "lugar paradisíaco", como diz Schmidt. Então, o que destruiu o meio ambiente? A resposta é o homem.

Quando começaram com a agricultura, mudou a paisagem e o clima. Quando as árvores foram derrubadas, o solo lixiviado, todo o arar e colher deixou a terra erodida e nua. O que antes era um oásis agradável se tornou uma terra de stress, fadiga e retornos decrescentes.

E assim, o paraíso foi perdido. Adão, o caçador foi forçado a sair do seu glorioso Éden, "para lavrar a terra de onde ele foi tirado"2 - como diz a Bíblia.

Naturalmente essas teorias podem ser descartadas como especulações. No entanto, há uma abundância de evidências históricas que mostram que os escritores da Bíblia, quando se fala do Éden, estavam de fato descrevendo este canto de curdos da Turquia.

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O arqueólogo Klaus Schmidt posa ao lado de algumas das esculturas em Gobekli

No livro do Gênesis, é indicado que o Éden está a oeste da Assíria. Com certeza, este é o lugar onde está situado Gobekli.

Da mesma forma, o Éden bíblico está entre quatro rios, incluindo os rios Tigre e Eufrates3. E Gobekli situa-se entre ambos.

Nos antigos textos assírios, há menção de um "Beth Eden" - uma casa do Éden. Este reino menor foi a 80 quilômetros de Gobekli Tepe.

Outro livro do Antigo Testamento fala dos "filhos de Éden, que estavam em Telassar",4" uma cidade no norte da Síria, perto de Gobekli Tepe.

"Éden, a palavra vem do sumério para "planície""; Gobekli fica na planície de Harran.

Assim, quando você juntar tudo, a evidência é convincente. Gobekli Tepe é, na verdade, um "templo do Éden", construído pelos nossos antepassados e afortunados "desocupados" - pessoas que tinham tempo para cultivar a arte, arquitetura e complexo ritual, antes dos traumas da agricultura arruinar suas vidas e devastar seu paraíso.

É uma idéia sedutora e deslumbrante. No entanto, tem um epílogo sinistro. Como a perda do paraíso parece ter sido um efeito estranho e escurecedor da mente humana.

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Muitas das pedras que estão de pé de Gobekli, estão com inscrições "bizarras" e delicadas imagens, como este réptil

Alguns anos atrás, os arqueólogos desenterraram próximo a Cayonu uma horda de crânios humanos. Eles foram encontrados em um altar, em forma de laje, manchado com sangue humano.

Ninguém sabe ao certo, mas esta pode ser a mais antiga evidência de sacrifício humano: um dos mais inexplicáveis fatores do comportamento humano e que só pode ter "evoluído" em face ao terrível estresse social.

Os especialistas podem argumentar sobre as provas em Cayonu. Mas o que ninguém nega é que o sacrifício humano ocorreu nesta região, espalhando-se para a Palestina, Canaã e Israel.

Evidências arqueológicas sugerem que as vítimas foram mortas em fossas enormes, as crianças foram enterradas vivas em vaos e outras assadas em bacias de bronze.

Estes são atos quase imcompreensíveis, a menos que você compreenda que o povo havia aprendido a "temer" os seus deuses, tendo sido "expulsos"5 do paraíso. Então, eles procuraram propiciar céus agitados.

Essa selvageria pode, de fato, ser a chave final do desconcertante mistério. As pedras surpreendente e os frisos de Gobekli Tepe são mantidos intactos por um estranho motivo.

Há muito tempo atrás, o sítio foi deliberada e sistematicamente enterrado em um trabalho tão notável como as esculturas de pedra.

gobekli tepe

As pedras de Gobekli Tepe estão tantando falar conosco através dos séculos - um aviso que devemos prestar atenção

Cerca de 8000 a.C., os criadores de Gobekli ligados a sua realização sepultaram o seu glorioso templo em milhares de toneladas de terra,6 criando os montes artificiais em que o pastor curdo andou em 1994.

Ninguém sabe por que Gobekli foi enterrado. Talvez tenha sido enterrado como uma espécie de penitência: um sacrifício aos deuses zangados, que tinha lançado os caçadores fora do paraíso7. Talvez por vergonha da violância e derramamento de sangue que a pedra tinha adoração ajudou a provocar.

Seja qual for a resposta, os paralelos com nossa própria era e ainda são desanimadores. Ao contemplarmos uma nova era de turbulãncia ecológica, talvez o sombrio e silencioso 12000 anos de pedras de gobekli Tepe estão tentando falar conosco, para nos alertar, como eles mostram, o primeiro Éden nós destruímos.

1 Mudança da caça para a dureza da agricultura.

2 Gênesis 3:23

3 Gênesis 2:10-15 E saía um rio do Éden para regar o jardim; e dali se dividia e se tornava em quatro braços. O nome do primeiro é Pisom; este é o que rodeia toda a terra de Havilá, onde há ouro. E o ouro dessa terra é bom; ali há o bdélio, e a pedra sardônica. E o nome do segundo rio é Giom; este é o que rodeia toda a terra de Cuxe. E o nome do terceiro rio é Tigre; este é o que vai para o lado oriental da Assíria; e o quarto rio é o Eufrates. E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.

4 2 Reis 19:12 e Isaías 37:12

5 "Expulsos" por seu erro, Gênesis 2:16,17 e 3:6 E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar entendimento; tomou do seu fruto, e comeu, e deu também a seu marido, e ele comeu com ela.

6 Não teria sido o dilúvio (2800 a.C.) a grande façanha, ou melhor, o grande trabalho de aterramento de Gobekli Tepe.

7 Porém no paraíso (Éden) não haviam caçadores, mas um lavrador desde o início. Gênesis 2:15 E tomou o SENHOR Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.

Fonte:http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1157784/Do-mysterious-stones-mark-site-Garden-Eden.html
Rafael H. G. Botelho

sexta-feira, 1 de julho de 2011

TERRA SANTA POR YOSSEF AKIVA

Nesta série de doze vídeos, apresentado pelo pastor Yossef akiva é um excelente documentário em que este servo de Deus visita várias partes de Jerusalém. Eu amo Jerusalém, a cidade Santa, a cidade do Grande Rei Jesus. Antes de morrer pretendo visitar Jerusalém, não posso passar por esta vida e não conhecer a Terra Santa. Aguardo anciosamente servir a Deus na Terra Prometida. Felizes são os judeus que receberam de Deus as promessas, os anjos, o Messias. Nós, os gentios, ficamos muito felizes em poder participar das promessas, primeiramente dirigidas a este povo. (por escriba Valdemir Mota de Menezes)



In this series of twelve videos, presented by Pastor Joseph Akiva is an excellent documentary on this servant of God visiting various parts of Jerusalem. I love Jerusalem, the holy city, the city of the Great King Jesus. Before dying wish to visit Jerusalem, I can not go through this life and not know the Holy Land. I look forward eagerly to serve God in the Promised Land. Blessed are the Jews who received the promises of God, angels, the Messiah. We, the Gentiles, we are very happy to participate in the promises, primarily aimed at these people. (by scribe Valdemir Mota de Menezes)

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quarta-feira, 29 de junho de 2011

CIUDAD DE URUK

El texto abajo, el escriba Valdemir Mota de Menezes he leido en el sitio:http://www.biblioteca-tercer-milenio.com/genesis/Apuntesde-Historia-De-Mesopotamia.htm




LA REVOLUCIÓN URBANA, PERÍODO DE URUK:

Hacia el 3500, la existencia de más de un templo por ciudad señala que han aparecido auténticas divinidades en las que la comunidad humana centra sus esperanzas y temores, superando concepciones impersonales como las de las fuerzas de la naturaleza y la fertilidad. La relación entre las divinidades y la comunidad estará mediada por una clase emergente de sacerdotes que también se arroga la dirección coordinada de la sociedad.


Durante el neolítico, las comunidades permanecen en la dimensión de aldeas, son homogéneas en su edificación y autosuficientes. Las especializaciones son ocasionales e irregulares. El salto organizativo consiste en separar la producción de alimentos de las técnicas especializadas y polarizar esta separación concentrando a los especialistas en algunas poblaciones más grandes, dejando la tarea de producción de alimentos a las aldeas dispersas. Pronto esta relación deja de ser complementaria y pasa a estar jerarquizada, con aldeas tributarias de la ciudad. Hay un flujo de excedentes alimenticios (que va de los productores) para mantener a los especialistas y un flujo de productos especializados y servicios, (que va de los especialistas a los productores de alimento). Sin embargo estas relaciones se desequilibran a favor de los especialistas ya que poseen un prestigio social y cultural mucho mayor que el de los productores de alimentos.

Lo que a escala familiar y de aldea era realizado por las cabezas de familia y estaba determinado por la tradición, ahora se convierte en tarea especializada. Surgen polos de decisión: los templos y el palacio que distinguen las ciudades de las aldeas. En estos centros se acumulan los excedentes en los que se basa el sistema redistributivo.




Relación entre la ciudad y las aldeas: la revolución urbana culminó en la Baja Mesopotamia entre el 3500 y el 3200. ¿Por qué fue en esta zona? Porque las primeras canalizaciones forman islas colonizadas, luego estas islas comienzan a conectarse entre sí y la ordenación de un tramo situado aguas arriba condiciona la de un tramo aguas abajo.





Si no se coordinan las iniciativas locales se originan conflictos. Las primeras ordenaciones hídricas son de la época de Ubaid pero hacia el 3500 alcanzan una gran dimensión y sirven como medio de comunicación entre las comarcas, dado que el transporte fluvial es más efectivo que el terrestre. La realización de estas obras requiere la existencia de un excedente de personas (que puedan dejar de cultivar para dedicarse a esta tarea) y de comida (para alimentar a estos trabajadores) pero también desemboca en una ampliación de la producción y del excedente.





Surge la especialización y jerarquización de los asentamientos: una ciudad capital (donde se encuentra el palacio y el templo, y donde se realizan la mayor parte de las funciones especializadas) una serie de centros regionales periféricos (son poblaciones intermedias que desempeñan funciones urbanas descentralizadas) y un elevado número de aldeas tributarias. Este conjunto está separado de otros similares por franjas de territorio pantanoso sin colonizar, o bien por estepas áridas.

El arado reduce el tiempo dedicado a la siembra y se adapta mejor a un paisaje estandarizado de parcelas alargadas situadas perpendicularmente a los márgenes de las acequias. Por lo tanto responde a una organización planificada de la producción agrícola.

El crecimiento demográfico estimulado por el aumento de la producción de alimentos lleva al crecimiento de las ciudades, aunque este a veces provoca un despoblamiento en el campo que lo rodea (en el caso de Uruk), y otras veces este crecimiento se reparte en las numerosas aldeas (caso de Nippur).





Con la urbanización aparecen dos tipos de tierras:

- Las que siguen siendo propiedad de las familias libres.

- Las que pertenecen al templo y al palacio.

La concentración de riquezas en las ciudades lleva a la necesidad de construir murallas. Las aldeas, son demasiado numerosas y pequeñas y la riqueza que contienen es demasiado modesta como para justificar la construcción de murallas. La riqueza de las aldeas es la población que se salva dándose a la fuga.

El núcleo dirigente debe trabajar en dos frentes: el administrativo (que llevará a la formación de una burocracia y el desarrollo de la escritura) y el ideológico (que desemboca en el clero).




El surgimiento de la escritura: al tiempo que se ponen en práctica sistemas de medidas, la administración establece sellos como instrumento de garantía. En la fase Ubaid el sello está muy generalizado tanto en Mesopotamia como en las regiones circundantes. Su uso equivale a una firma. En la época de Uruk, el sello pasa de ser una simple firma a una garantía de que no se ha abierto el recipiente sellado. Luego se pasa a la utilización de tablillas donde se graban signos pictográficos que ya no representan al objeto en cuestión sino a una palabra que suene más o menos igual. La administración se convierte en el trabajo más especializado y el funcionario administrativo por excelencia es el escriba. Los escribas son formados en verdaderas escuelas donde les enseñan el manejo de los signos.

Los especialistas: son el grupo más selecto del estado, pero económicamente dependen del rey (o del dios) para su mantenimiento. Los talleres de artesanos, los almacenes, las oficinas y los archivos de los escribas se encuentran en el templo y en el palacio. En cambio, el resto de la población es libre porque posee sus medios de producción y trabaja para su propio sustento. En el sistema redistributivo da más que recibe, y lo que recibe tiene un carácter meramente ideológico (culto religioso, propaganda política), aunque se beneficia con la excavación de canales que solo una gran organización puede garantizar.

La especialización se torna jerarquizada, con maestros y aprendices, supervisores y obreros. Las relaciones tradicionales del trabajo familiar son reemplazadas por otras de dependencia y promoción en la carrera. La retribución es personal y toma importancia la posesión personal de bienes.




El fortalecimiento del clero y de la burocracia: la comunidad urbana que está acostumbrada a atribuir a personalidades divinas la responsabilidad de hechos incontrolables por el hombre, y que trata de ganarse su favor por medio de sacrificios y ofrendas, traslada ahora todo esto al nivel de la organización centralizada. Se produce una especie de paralelismo entre el mecanismo de centralización y redistribución y el de las ofrendas para el culto. La comunidad que cede una parte de su producto a las divinidades para ganarse su favor, también cede un aparte de la producción a la clase dirigente a cambio de los servicios organizativos y las decisiones.

También el panteón de las divinidades se jerarquiza y se especializa. Cada dios posee determinadas características y habilidades. El papel que desempeña el templo, de simbolizar y mantener la cohesión de la comunidad, es esencial. A su alrededor hay espacios acondicionados para las fiestas.

Si la persuasión y la ideología no bastan, el poder central puede recurrir a medios coercitivos ya que surgen especialistas en la guerra (con dedicación plena). El ejército además está formado por un número de conscriptos reclutados de entre toda la población

El rey (en): el rey ocupa la mayor parte del tiempo en su función administrativa, aunque también desempeña la función de sumo sacerdote (en) del dios de la ciudad. En el período de Uruk todavía no hay un palacio laico separado del templo. El rey también es responsable de la defensa de la ciudad.

Los mercaderes: también son especialistas, aunque en realidad son agentes comerciales. Parten de la ciudad con una provisión de productos manufacturados y se dirige a las lejanas regiones productoras de materias primas. Allí intercambia los productos manufacturados por metales y piedras preciosas, vuelve a la ciudad y allí rinde cuentas para aclarar si el valor de los bienes que ha traído es equivalente al de la provisión de partida. Quizá la zona de origen de ciertos productos sea ignorado, por lo que se obtiene en centros de distribución e intercambio. En los países exportadores de materias primas se organiza su producción y en algunos casos su elaboración, por lo que el estímulo del comercio resulta muy eficaz para el desarrollo organizativo de las regiones periféricas. Los desplazamientos se realizan por agua, siempre que sea posible.

El comercio: en estas primeras etapas la sociedad protoestatal no reconocen la reciprocidad económica del trueque porque sería como reconocer la existencia de otros centros políticos de igual jerarquía. Las consideran cesiones debidas al prestigio y poder del dios de la ciudad.

La gran expansión de esta primera urbanización se nota con distintos grados de intensidad desde el núcleo de la Baja Mesopotamia (que incluye Sumer y Akkad). En las zonas adyacentes (Eufrates Medio, Alta Mesopotamia, Khuzistán, Asiria) se encuentran centros periféricos de la cultura de uruk con todos sus rasgos, pero emplazados en un tipo de territorio distinto (como si fueran colonias). Más allá de estas hay zonas con las que la cultura de Uruk mantiene relaciones lo suficientemente estrechas como para modificar la organización local sin cambiar la cultura material (Alto Eufrates, Oeste del Irán). Finalmente hay zonas donde se encuentran vestigios de simples contactos comerciales, sin influencias destacables.

En la periferia, donde no hay una acumulación de excedentes y la urbanización aparece en las rutas de acceso a los productos naturales, se plantea el problema de organizar la explotación de eso recursos y se instala una clase dirigente local que se sostiene por la fuerza y las rentas procedentes de las nuevas relaciones comerciales. De esto modo surge una aristocracia militar que gestiona la explotación de los recursos disponibles y que utiliza como elemento secundario el simbolismo religioso local, a diferencia de lo sucedido en la Baja Mesopotamia.

LA CRISIS DE LA URBANIZACIÓN: la difusión y la influencia cultural de Uruk en la periferia de Mesopotamia finaliza de forma bastante repentina. En toda la zona montañosa donde la cultura uruk había penetrado se retrocede de la urbanización a una organización más modesta, basada en la aldea, aunque perduran ciertos cambios del sistema socio-económico como la especialización laboral y la jerarquización.

PERÍODO PROTODINÁSTICO

Protodinástico I (2900–2750): es una etapa de crisis y retroceso

Protodinástico II (2750–2600) se evidencia la existencia de varios centros urbanos importantes, con una serie de ciudades estados similares que compiten entre sí, a diferencia del período de Uruk donde la única urbe importante era esa misma ciudad.

Protodinástico IIIa (2600–2450). Aquí ya aparece la diferenciación entre el templo y el palacio en las ciudades de la baja mesopotamia. Parece ser que podría estar indicando la consolidación de un sistema político laico cuyo origen quizá sea el norte mesopotámico. La clase dirigente del templo (anónima) es sustituida por una clase dirigente que necesita afianzar una imagen más personalizada de su realeza, aquí aparecen las primeras inscripciones reales, de Emmebagaresi y Mesilim. Sin embargo el templo sigue manteniendo su importancia económica: encargándose de el almacenamiento, los servicios y la producción primaria.

Protodinástico IIIb (2450–2350)

CARACTERÍSTICAS GENERALES DEL PROTODINÁSTICO:

La Sociedad:

La población de las aldeas contribuye a la acumulación centralizada de productos de dos maneras:

1) Mediante la cesión de una parte del producto.

2) Mediante prestación de trabajos (generalmente agrícolas y en caso de necesidad, militares)

Los campesinos creen que están manteniendo a la divinidad, cuando en realidad están manteniendo a las capas privilegiadas de la ciudad.

La distinción entre especialistas (dependientes del templo) y hombres libres (productores de alimentos) se mantiene, pero a medida que los aldeanos comienzan a empobrecerse y sus miembros se ven obligados a vender las tierras, se forma un campesinado no propietario que no tiene más remedio que depender del estado (mushkenum, que dependen del estado al igual que los especialistas) o de miembros concretos (esclavitud por deudas) para poder sobrevivir.

En las ciudades hay grandes concentraciones de mano de obra en dos sectores:

1) La molienda de granos. Realizada por mujeres con sencillos molinos de piedra (morteros).

2) El sector textil. También realizado por mujeres con instrumentos neolíticos como el huso, la rueca y el telar horizontal.

Estos sectores de bajo nivel técnico se diferencian con todos los demás sectores de la transformación de los que se ocupan reducidos grupos de artesanos especializados.




La presencia de “reformadores” como Urukagina demuestra que existe una clase que comienza a endeudarse y a ceder sus propiedades y sus hijos al acreedor, como pago por los intereses. Esto desemboca en la servidumbre por deudas cuando no se devuelve lo prestado. Esto se relaciona con la aceleración de la desaparición de la pequeña propiedad familiar y el aumento de las propiedades del templo y el palacio, así como la de los altos funcionarios. El endeudamiento puede ser consecuencia del exceso de la carga fiscal (en impuestos o trabajos forzados) y si un par de cosechas ponen a las familias en apuros, el proceso de servidumbre se desencadena. Los que salen ganando son los acreedores, que son los que detentan la administración del templo y del palacio, los únicos que poseen excedentes para ayudar a los que se encuentran en apuros.

La Administración:

Cada ciudad es gobernada por una dinastía local. Desde el plano ideológico es fundamental la legitimación divina de la realeza, la subordinación del rey al dios y la presentación de su obra como fiel reflejo de la voluntad divina. La pluralidad de dioses hace que se considere legítima la pluralidad de centros políticos, uno por ciudad y por dios.

Desde el plano administrativo surge la necesidad de subordinar los templos a la administración estatal unificada. Los reyes, una vez lograda la legitimación interna (basada en la aprobación o el sometimiento de la clase sacerdotal local) buscan la legitimación externa (que únicamente puede ser dada por Enlil, el dios supremo que tiene su templo en Nippur).

El rey tiene la responsabilidad de controlar las estructuras productivas y el sistema redistributivo, pero las buenas cosechas se deben al dios. Lo mismo en la guerra, el rey está al mando de las operaciones pero el resultado del enfrentamiento lo deciden las divinidades según su voluntad, sin embargo el comportamiento del dios es reflejo del comportamiento real.